Se você chegou até aqui, é porque quer saber como escolher cortina para sala sem gastar à toa e sem comprar errado. Afinal, a cortina muda a luz, melhora a privacidade e ainda “arruma” a decoração na hora. Por isso, vale escolher com calma o tamanho certo, o varão ideal e, quando fizer sentido, um bom blackout.
Além disso, uma cortina bem escolhida ajuda até na rotina. Por exemplo, ela reduz reflexo na TV, filtra a claridade forte da tarde e deixa a sala mais aconchegante. Então, antes de pensar em cor bonita, pense primeiro em função.
Como escolher cortina para sala começando pelo que ela precisa resolver
Primeiramente, responda essas 4 perguntas. Assim, você evita comprar por impulso e se arrepender depois.
- Você quer mais privacidade? Então o tecido precisa ter mais “corpo” ou ter forro.
- Você quer escurecer bem? Nesse caso, o blackout pode ser essencial.
- A sala pega muito sol? Logo, você deve pensar em tecido que aguente luz e calor sem desbotar rápido.
- Você quer só decorar e suavizar a luz? Então um voil ou tecido leve pode resolver.
Em outras palavras, a melhor cortina para sala não é “a mais cara”. Pelo contrário, é a que resolve o seu problema do dia a dia com o melhor custo-benefício.
Como medir o tamanho certo da cortina para sala (sem mistério)
Antes de tudo, meça a largura e a altura do vão da janela ou da porta de vidro. Depois disso, você decide se a cortina vai ficar mais “cheia” (bonita e com volume) ou mais reta (mais simples e econômica).
Largura: o truque do caimento bonito
Geralmente, a cortina fica mais bonita quando sobra tecido. Assim, ela não fica esticada, com cara de “lençol” pendurado. Por isso, muita gente usa a ideia de mais tecido do que o tamanho do vão.
- Caimento simples: pouco franzido, mais econômico e mais “reto”.
- Caimento bonito: mais franzido, fica mais elegante e esconde melhor a claridade nas laterais.
- Caimento bem cheio: fica bem sofisticado, porém gasta mais tecido.
Além disso, lembre de considerar a barra lateral e a sobreposição das duas partes da cortina. Afinal, se ela “encaixa certinho”, qualquer ventinho abre uma fresta.
Altura: onde a cortina deve começar e terminar
Na sala, o mais comum é a cortina ir do alto até perto do chão. Assim, ela alonga a parede e dá sensação de teto mais alto. Contudo, você precisa decidir o acabamento, porque isso muda tudo.
- Até o chão (encostando de leve): fica elegante e prático.
- Um pouco acima do chão: suja menos e facilita a limpeza, sobretudo em casa com pet.
- Arrastando no chão: fica bem “chique”, porém junta poeira e dá mais trabalho.
Então, se você quer praticidade, escolha a cortina que não arrasta. Por outro lado, se a ideia é estética total, o arrastado pode funcionar em sala com pouca poeira e pouca circulação.

Varão ou trilho: qual escolher na sala?
Agora vem uma parte que muita gente ignora, mas que faz diferença: como a cortina vai correr. Afinal, não adianta escolher um tecido lindo e sofrer todo dia para abrir e fechar.
Quando o varão vale mais a pena
O varão costuma ser o queridinho, porque é bonito, aparece na decoração e costuma ser fácil de instalar. Além disso, ele combina com vários estilos, do mais simples ao mais moderno.
- Bom para: salas comuns, janelas padrão e portas com espaço acima.
- Ponto forte: instalação e manutenção costumam ser mais simples.
- Atenção: o varão precisa de suportes firmes, principalmente em paredes mais “fracas”.
Além disso, o varão funciona muito bem com cortina de ilhós. Assim, você puxa e ela desliza com facilidade. Entretanto, varão muito fino pode envergar com cortina pesada. Então, quanto mais pesado o tecido, mais robusto o varão deve ser.
Quando o trilho pode ser melhor
O trilho fica mais discreto. Por isso, ele combina com sala minimalista e com quem quer “sumir” com a ferragem. Além disso, o trilho pode facilitar quando você quer cortina bem larga, com mais folhas, ou quando quer dividir melhor voil e blackout.
- Bom para: vãos grandes e projetos mais discretos.
- Ponto forte: acabamento mais “limpo”.
- Atenção: instale bem nivelado, porque trilho torto fica irritante no uso.
De qualquer forma, pense no seu dia a dia. Se você abre a cortina toda hora, escolha a opção que desliza melhor e faz menos esforço. Assim, você usa mais, e não deixa tudo fechado por preguiça.
Como escolher cortina para sala pelo tecido (o que muda na prática)
O tecido manda no resultado. Por isso, ele muda a luz, o calor, a privacidade e até o jeito que a sala “soa” (sim, tecido também ajuda a reduzir eco). Então, olhe para o tecido como uma escolha funcional, e não só estética.
Voil e tecidos leves: quando funcionam bem
O voil deixa a luz entrar, porém suaviza a claridade. Assim, ele é ótimo para sala que já é escura e só precisa de um “filtro”. Além disso, ele deixa o ambiente mais leve e elegante.
- Vantagem: ilumina sem deixar a sala “estourada” de sol.
- Desvantagem: sozinho, não dá privacidade à noite com luz acesa.
- Dica: se quiser privacidade, combine com uma camada mais grossa ou com blackout.
Linhas, sarjas e tecidos mais encorpados
Quando você quer mais “cara de sala arrumada”, os tecidos encorpados ajudam muito. Além disso, eles escondem melhor a luz lateral e trazem mais sensação de conforto. Contudo, alguns marcam mais poeira e podem exigir mais cuidado na limpeza.
- Bom para: quem quer mais privacidade e mais presença na decoração.
- Combina bem com: varão aparente e ambientes com tons neutros.
- Detalhe importante: tecido pesado pede varão mais firme e mais pontos de suporte.

Blackout na sala: quando vale a pena e qual tipo escolher
Se a sua sala pega sol forte, ou se você assiste TV durante o dia, o blackout pode virar seu melhor amigo. Afinal, ele corta a claridade e melhora o conforto visual. Contudo, nem todo blackout é igual, e é aí que muita gente erra.
O que o blackout resolve (e o que ele não resolve)
- Resolve: excesso de luz, reflexo na TV e claridade cedo demais.
- Ajuda: a reduzir calor direto do sol, principalmente em janela que “bate” sol da tarde.
- Não resolve sozinho: barulho de rua e calor do ambiente todo (ele ajuda, mas não faz milagre).
Blackout em camada: o jeito mais versátil
Uma escolha bem comum é usar duas camadas. Assim, você usa o voil de dia, com luz suave, e fecha o blackout quando quer escurecer. Além disso, esse combo fica bonito e prático.
- De dia: voil fechado, luz natural com privacidade moderada.
- À noite: blackout fechado, mais privacidade e menos luz externa.
- Quando quer escurecer de verdade: feche o blackout e evite frestas laterais.
Por outro lado, se a sala é pequena, uma cortina muito grossa pode pesar no visual. Então, escolha cores claras e tecido que tenha bom caimento.
Como escolher cortina para sala combinando com sofá, rack e TV
Depois que você acerta tamanho e função, vem a parte gostosa: combinar com o resto da sala. Nesse ponto, a cortina precisa conversar com o sofá, com o rack e com o tom da parede. Assim, tudo fica com cara de “casa cuidada”, mesmo com móveis simples.
Combinações fáceis que quase não têm erro
- Sala clara: cortina off-white, bege ou cinza claro. Assim, você mantém leveza.
- Sala com sofá escuro: cortina clara para equilibrar. Além disso, a sala “abre”.
- Sala com parede branca: você pode ousar um blackout cinza, grafite ou areia para dar contraste.
- Sala pequena: cortina e parede em tons parecidos para alongar. Portanto, evite “cortar” a parede com cor muito forte.
Além disso, se você usa muito a TV, a cortina influencia direto no conforto. Por isso, é comum a pessoa investir em rack e painel, e esquecer da cortina, que é o que mais cria reflexo. Então, se você está montando ou atualizando a sala, vale olhar essas categorias aqui:
Aliás, se você quer ideias de composição de ambientes (não só cortina), você pode buscar referências em portais de decoração. Por exemplo, esta página tem várias inspirações gerais de decoração: Decoração na Casa Abril.

Erros comuns ao escolher cortina para sala (e como evitar)
Muita gente compra cortina “na pressa” e depois se frustra. Então, vale bater o olho nessa lista antes de fechar a compra.
- Comprar curta demais: deixa a sala com aparência de improviso. Portanto, confira a altura com calma.
- Comprar estreita demais: fica esticada e não cobre direito. Assim, a luz entra pelas laterais.
- Não prever o varão: varão fraco entorta, e suporte mal colocado solta. Então, escolha uma fixação segura.
- Blackout sem vedar laterais: escurece, mas sobra “fresta” de luz. Por isso, pense na largura e na sobreposição.
- Tecido que dá trabalho: amassa demais, junta pelo, marca mancha. Assim, a cortina vira dor de cabeça.
Perguntas rápidas sobre cortina para sala
Qual a melhor cor de cortina para sala?
No geral, tons claros funcionam melhor, porque ampliam e iluminam. Contudo, se a sala pega muito sol, um tom médio pode disfarçar melhor marcas e poeira. Então, escolha pensando no seu uso, e não só na foto.
Cortina com blackout esquenta a sala?
Ela pode segurar um pouco o ar, principalmente se você deixa sempre fechado. Porém, quando você abre durante o dia para ventilar, o problema diminui. Portanto, use como uma ferramenta, e não como “parede” o tempo todo.
Varão tem que ser maior que a janela?
Sim, porque a cortina precisa “correr” para os lados e liberar o vidro. Além disso, o varão maior ajuda a reduzir entrada de luz pelas laterais quando a cortina está fechada. Assim, você ganha mais conforto.
Resumo: como escolher cortina para sala do jeito certo
Primeiramente, defina o objetivo: filtrar luz, dar privacidade ou escurecer. Em seguida, meça largura e altura com calma. Depois disso, escolha varão ou trilho pensando no uso diário. Por fim, decida o tecido e, se precisar, inclua o blackout para controlar a claridade.
Assim, sua sala fica mais bonita, mais confortável e mais prática. E, se você estiver montando o ambiente completo, vale combinar a cortina com um bom sofá e um rack na medida para a sua TV.
