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Gás encanado vs botijão: o que sai mais barato em 2025?

Se você está na dúvida entre gás natural e GLP, respira e vem comigo: vamos comparar, na prática, gás encanado vs botijão para decidir o que sai mais barato em 2025. Afinal, preço conta, mas conveniência, segurança e instalação também pesam. Assim, você evita arrependimento e já escolhe o melhor para sua cozinha.

Como calcular o custo real em casa (passo a passo)

Antes de mais nada, você precisa de dados confiáveis do seu uso. Dessa forma, o resultado fica redondinho e faz sentido para sua rotina.

  1. Anote sua tarifa de gás encanado em R$/m³ na sua fatura (RJ costuma ser Naturgy). Em seguida, registre também a taxa mínima ou custo de disponibilidade, se existir.
  2. Confira o preço do GLP P13 da sua região. Em geral, o valor varia por bairro e revenda; logo, consulte o painel da ANP para ter uma base de mercado.
  3. Veja a vazão do seu fogão/cooktop no manual. Normalmente aparece como m³/h (GN) e kg/h (GLP). Caso tenha perdido o manual, procure no site do fabricante; por vezes, a etiqueta técnica cola no fundo do produto.
  4. Estime seu tempo de chama por dia (quantas bocas ligadas e por quantos minutos). Em seguida, some o total de horas de uso na semana e no mês.
  5. Faça a conta simples: Consumo (m³ ou kg) × Preço (R$/m³ ou R$/kg). Por conseguinte, some a taxa mínima do GN, quando houver. Assim, você sabe o custo mensal aproximado de cada opção.

Como resultado, você terá dois valores mensais estimados. Portanto, compare com seu orçamento e com seu padrão de uso. Eventualmente, o GN vence para quem cozinha bastante; por outro lado, o botijão pode ser melhor para quem usa pouco.

Gás encanado vs botijão: qual é mais barato em 2025? Fogão inox aceso e botijão P13 com mangueira laranja
Gás encanado vs botijão: qual é mais barato em 2025? Fogão inox aceso e botijão P13 com mangueira laranja

Gás encanado vs botijão: custos que muita gente esquece

Em síntese, não é só tarifa. Existem despesas escondidas que, por vezes, fazem toda a diferença no fim do mês.

  • Taxa mínima do GN: às vezes você paga mesmo usando pouco; logo, famílias que quase não cozinham podem achar o GLP mais barato.
  • Entrega e logística do GLP: o preço varia por revenda e horário; contudo, promoções locais podem compensar bem.
  • Conversão do fogão: bicos, injetores e regulagem mudam entre GN e GLP; portanto, considere o custo do técnico e das peças.
  • Instalação e materiais: mangueira de gás, regulador, abraçadeiras e conexões têm validade; assim, planeje a troca periódica.
  • Perdas de calor e chama mal regulada: chama amarela, panela sem tampa e fundo empenado elevam o consumo em qualquer sistema.

Quando o gás encanado costuma valer mais a pena

De modo geral, o GN tende a ganhar para quem usa a cozinha com frequência. Afinal, a cobrança por m³ e a praticidade de não precisar trocar botijão pesam.

  • Família que cozinha todo dia: preparo de almoço e jantar, forno a gás ativo, panela de pressão constantes.
  • Prédios com rede estruturada: a instalação fica mais simples e, eventualmente, o condomínio já traz parte da infraestrutura.
  • Rotina sem “surpresas”: você não fica sem chama no meio do preparo, pois o abastecimento é contínuo.

Quando o botijão costuma sair mais barato

Por outro lado, o GLP P13 pode vencer no bolso de quem liga o fogão poucas vezes na semana. Nesse sentido, você paga apenas a recarga quando precisa.

  • Uso leve: quem faz café da manhã e lanches rápidos, mas raramente usa forno.
  • Imóveis sem rede de GN: evitar obra e taxa fixa, sobretudo em casas isoladas ou bairros sem atendimento.
  • Liberdade para negociar preço: às vezes, comprar em revendas diferentes reduz o custo por recarga.

Segurança e manutenção: custos que viram economia

Contudo, economizar com segurança é inegociável. Portanto, troque a mangueira no prazo, mantenha o regulador em dia e teste vazamentos com espuma de sabão, não com fogo. Em conclusão, manutenção simples reduz consumo e evita acidentes.

Instalação: GN, GLP e o que observar no seu projeto

Em princípio, verifique distância de fontes de calor, ventilação e posição da tomada do acendimento elétrico. Além disso, observe o caminho da mangueira e a altura do ponto de gás. Assim sendo, a instalação fica limpa, segura e eficiente.

  • Cooktop + balcão adequado: escolha um móvel estável, com ventilação e medidas certas.
  • Conversão correta: bicos e reguladores próprios para GN ou GLP, conforme o manual.
  • Teste final: depois que instalar, passe solução espumante nas conexões; se fizer bolhas, há vazamento.
Gás encanado vs botijão: qual é mais barato em 2025? Botijão P13 na bancada ao lado de cooktop inox desligado
Gás encanado vs botijão: qual é mais barato em 2025? Botijão P13 na bancada ao lado de cooktop inox desligado

Checklist rápido para gastar menos na chama

Em resumo, pequenas atitudes derrubam o consumo em qualquer sistema. Logo, faça deste checklist seu hábito diário.

  • Chama azul sempre; caso esteja amarela, limpe o injetor e ajuste o ar.
  • Tampa na panela; assim, você reduz o tempo de cocção.
  • Panelas com fundo plano; do mesmo modo, evite chamas laterais desperdiçando calor.
  • Pré-preparo inteligente; corte, tempere e deixe tudo pronto antes de acender o fogão.
  • Use a boca do tamanho certo; por vezes, boca grande para panela pequena só gasta mais.

Link interno útil: apoio para cooktop

Se você vai migrar para cooktop a gás, vale usar um móvel próprio. Nesse sentido, o Balcão para Cooktop Nicioli 80cm ajuda a manter tudo firme, organizado e com boa ventilação . Assim, sua instalação fica mais segura e bonita.

Fonte externa para acompanhar preços

Para comparar com dados reais, consulte periodicamente o painel da ANP. Desse modo, você verifica o preço médio do GLP na sua cidade e confere tendências.

Gás encanado vs botijão: qual é mais barato em 2025? Registro de gás na parede e botijão P13 na cozinha
Gás encanado vs botijão: qual é mais barato em 2025? Registro de gás na parede e botijão P13 na cozinha

Conclusão: então, o que sai mais barato em 2025?

Em linhas gerais, gás encanado vence quando há uso intenso e constante, principalmente com forno a gás em rotina diária; por outro lado, o botijão costuma ser melhor para quem cozinha pouco e não quer pagar taxa mínima. Portanto, faça o cálculo com seus números, considere a instalação e, finalmente, escolha a opção que cabe no seu bolso e no seu dia a dia.

Em suma: avalie consumo, verifique a tarifa, cheque o preço do P13 e some os custos extras. Assim sendo, sua decisão deixa de ser chute e vira economia real na cozinha.

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